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Rua Antonio Cezarino
A Rua Antonio Cezarino chamava até 1886 rua Boa Morte.
Isto porque, saindo das imediações do Bosque dos Jequitibás terminava nos muros da Santa Casa, onde estava construído o necrotério do hospital.
Em 10 de agosto de 1886, a Câmara de Campinas resolveu mudar a denominação homenageando o cidadão Antonio Cezarino.
Foi ele cidadão prestante e dedicado a infância desamparada.
Sua atenção para com os órfãos era especial, dando apoio moral, religioso e material.
A Rua Antonio Cezarino serviu de leito para os trilhos do bonde 12 entre a Moraes Sales e a Duque de Caxias.
Com a construção do Centro de Convivência perdeu um dos lados - naquele local - dando espaço para as pistas que contornam aquele teatro.
Um dos lados permaneceu, porem as velhas casas que ali existiam deram espaço para a construção de prédios residenciais, alguns de luxo elevado.
Na Antonio Cezarino, nas proximidades da Duque de Caxias existiu uma fabrica de ladrilhos de cimento que fornecia seu produto para a Prefeitura e que ainda hoje, resistindo ao tempo, cobre inúmeras calçadas da cidade.
Onde é hoje o Centro de Convivência, na esquina da Antonio Cezarino com a rua Conceição existia o Parque Infantil Violeta Dória Lins que ocupava toda a área no quadrilátero completado com a General Osório e Julio de Mesquita.
Nas proximidades do Bosque dos Jequitibás, onde a Antonio Cezarino começa existia a rua Carlos Ferreira que desapareceu por força das obras da Av. Aquidabã.
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